Você sabia que outubro é o Mês de Conscientização sobre a Psoríase (Outubro Roxo)? A data reforça a importância da informação segura e do diagnóstico precoce para combater o estigma e devolver a qualidade de vida aos pacientes.
A psoríase é uma doença inflamatória crônica, não contagiosa e de origem autoimune, que afeta a pele provocando manchas avermelhadas, descamação e placas espessas. Segundo a Dra. Luciane, médica dermatologista, proprietária da Clínica Reviva em Campinas, embora a condição tenha base genética, manifesta-se em ciclos com períodos de melhora e momentos de crise desencadeados por fatores específicos.
Abaixo, conheça os principais gatilhos que podem provocar o surgimento ou o agravamento dos sintomas.
8 fatores que podem desencadear ou agravar a psoríase
- Fatores Genéticos e Hereditariedadeas (Região Malar): ter histórico familiar de psoríase aumenta significativamente a predisposição ao desenvolvimento da doença. No entanto, possuir o gene não garante o aparecimento das lesões — é comum que fatores ambientais ativem a manifestação clínica.
- Estresse Emocional e Ansiedade: o estresse crônico libera substâncias inflamatórias no organismo (como o cortisol) que podem atuar como fortes desencadeadores de novos surtos ou intensificar as placas já existentes.
- Infecções (Garganta e Vias Respiratórias): infecções bacterianas ou virais sobrecarregam o sistema imunológico e estão diretamente ligadas a tipos específicos de psoríase, como a psoríase gutata.
- Traumas e Lesões na Pele (Fenômeno de Koebner): cortes, escoriações, queimaduras solares, tatuagens ou até mesmo picadas de insetos podem estimular o surgimento de novas placas psoriásicas no exato local do trauma cutâneo.
- Medicamentos Específicos: algumas medicações prescritas para outras condições de saúde (como beta-bloqueadores para hipertensão, lítio ou antimaláricos) podem induzir crises ou agravar o quadro. Nunca interrompa um tratamento sem orientação médica.
- Tabagismo e Consumo Excessivo de Álcool: o hábito de fumar e o consumo regular de álcool aumentam os níveis inflamatórios no organismo, reduzem a resposta aos tratamentos tópicos e sistêmicos e facilitam crises frequentes.
- Mudanças Climáticas e Tempo Seco: o ar frio e seco do inverno desidrata a pele, fragilizando a barreira cutânea e aumentando a descamação e a coceira. Já a exposição solar moderada e orientada pode trazer benefícios e efeito anti-inflamatório para muitos pacientes.
- Oscilações Hormonais: períodos de transição hormonal, como puberdade, pós-parto e menopausa, interferem na imunidade e podem coincidir com crises de psoríase.
Diagnóstico preciso e tratamento individualizado
As manifestações da psoríase são únicas e variam de pessoa para pessoa. Por se tratar de uma doença crônica com múltiplos fenótipos, o acompanhamento dermatológico especializado é indispensável para identificar quais gatilhos afetam o seu organismo e estabelecer a conduta terapêutica ideal.
Na Clínica Reviva, a Dra. Luciane alia mais de 30 anos de prática clínica e sólida formação acadêmica para realizar diagnósticos precisos por meio de avaliação clínica detalhada, dermatoscopia e, quando necessário, biópsia de pele. O plano de cuidado abrange desde hidratação intensiva e medicamentos tópicos até terapias integradas para manutenção da remissão.
Agende sua avaliação na Clínica Reviva
Se você apresenta lesões com descamação, vermelhidão ou suspeita de psoríase, agende uma consulta com a Dra. Luciane e receba um atendimento humanizado e baseado em evidências científicas.
📍 Clínica Reviva – Bairro Cambuí, Campinas/SP

